25.10.06

De volta de minhas férias, em que me desconectei um pouco e botei as leituras em dia. Todos merecemos o "dolce far niente" de vez em quando...

1.10.06

Que tristeza este acidente do vôo 1907 da Gol. Muita gente diz que o avião é o meio mais seguro de transporte -- e eu gosto de acreditar nisso, porque vôo muito a trabalho --, mas na hora de algum problema, só nos resta entregar a alma a Deus.

Que todos os vitimados possam descansar em paz, é o que desejo.
O vídeo do Freire também está no YouTube, bem aqui.

Tem mais novas sobre o lançamento no Cadafalso II.

Eu e o Alexandre Freire autografando o "Como blindar seu PC" na Letras e Expressões do Leblon. A foto é do Kléber Galúcio, do curso de informática AIS.
O pessoal da AIS, aliás, fez um link especial sobre o lançamento do livro que ficou muito legal. Veja mais fotos aqui e um vídeo do Freire aqui falando da obra.
O lançamento do livro foi um agito só. Cora Rónai, Nelson Vasconcelos e Elis Monteiro estiveram lá, o que me deixou felicíssimo, além de muitas figuras ilustres do mercado de segurança da informação, e eu e o Freire quase não conseguimos levantar da mesa de autógrafos de tantas dedicatórias que fizemos. O livro já está em quinto lugar na lista de mais vendidos na Livraria da Cultura. Uhuu!

25.9.06

Correndo atrás da divulgação do livro nas últimas semanas. Hoje saiu reportagem no caderno Info etc, do Globo, e foi postada uma entrevista em vídeo na parte de Tecnologia do Globo Online.
Espero todos no lançamento, que será sexta-feira na Letras e Expressões do Leblon, a partir das 19h. O convite pode ser visto aqui.

6.9.06


Atenção, moçada!

Vem aí meu novo livro, escrito em parceria com o super-expert em segurança da informação Alexandre Freire. Olha a capa aí em cima. Está quase saindo do prelo. Mas já tem site, inclusive com links para compras antecipadas. Fica aqui, e e está quase pronto, faltando alguns detalhes. O Alexandre construiu todo o site, com muito capricho.

O lançamento será dia 29 de setembro, na Letras e Expressões do Leblon. Boto o convite aqui quando chegar mais perto.
Tem mais fotos de Berlim no Cadafalso II.




De volta de Berlim, Alemanha, onde fui cobrir um evento gigantesco de eletroeletrênicos, a IFA. Nas fotos, os poucos momentos de folga: primeiro, diante de um pedaço do Muro de Berlim; depois, no Memorial do Holocausto; e por fim em frente ao Portão de Brandenburgo.

A cidade é fantástica e respira História.

20.8.06

Sou prolixo
e a envolvo numa selva
de palavras --
elas se emaranham
como galhos
e escondem a luz
simples
do meu querer
meu querer é você
é o seu beijo adocicado
e lisérgico
é sua voz rouca
que embala
meus sentidos confusos
é seu olhar sereno
flechando a angústia do poeta.

19.8.06

Graças a Deus pela TV a cabo. Confesso que não estou com a menor paciência para lero-lero de políticos.
Esta semana foi o aniversário de minha querida Gloria Dettmar. A comemoração foi ontem na Casa da Mãe Joana, na Lapa (um lugar ótimo, que eu ainda não conhecia). Ao chegar lá, tive o grande prazer de rever Carmen Zamora, jornalista de mão cheia e uma das figuras mais legais que conheci na vida. Botamos os papos em dia e relembramos nossos tempos de Revisa Geográfica Universal, onde trabalhamos juntos. Bons tempos.

8.8.06

Há alguns dias tomei um chope delicioso com minhas três amigas Fátima, Babs e Elisinha. Fazia tempo que não conversávamos (a culpa é minha, ando de trabalho até a cabeça e, desde a morte de meu pai, tenho saído relativamente pouco). Começamos no "baixo Globo" e depois seguimos para a Lapa, onde ficamos até as duas e tanto da madruga.

3.8.06


Isto é que é um "amasso tecnológico". Maloca Mendes, figura lendária do jornalismo online carioca, recebe o abraço apertado da toda-toda Elis Monteiro (com todo o respeito), na noite boêmia do Odisséia, na Lapa, na última sexta-feira. Foi o niver da Simone Gondim, ao qual infelizmente não pude ir -- estava então começando a gripe que me abateu no último fim de semana, junto com a frente fria.

26.7.06

Da correspondência de Ruprecht von Wallenstein:

"Meu prezado,

Fazia muito tempo que eu não me apaixonava assim, meio que platonicamente. Não de todo; não posso mentir. Mas é aquela qualidade de sentimento que não se quer abrir na mesa; este amor é como um ser delicado, para quem a luz do sol pode significar o fim. É um sentimento quase contemplativo, em que se é capaz de olhar a sua eleita por horas a fio, como se ela fosse um quadro pintado por um grande mestre -- um quadro móvel. E suspirar por aquela juventude, aquele frescor, aquela vida espalhada em sua volta displicentemente, sem a consciência de que os anos espreitam e o viço não durará. E vem junto com tanta afeição um desespero silencioso, um pedido secreto ao Espírito para que ela não envelheça, que seja sempre essa perfeição, que não perca sua presença, nem sua doçura. Estar vivo é estar prestes a se machucar. E eu não quero ver um traço de dor em seus braços, em seus olhos, não quero sentir o travo amargo sob as tiradas aparentemente espirituosas que só vicejam após a mágoa... É. Eu acho que vou ter de pintá-la, mesmo. Só a arte vence o pulsar impiedoso do relógio e o sadismo dos calendários... "

21.7.06

De volta de Sampa, onde fui cobrir uma exposição de arte tecnológica. Extremamente interessante. Mais detalhes, no Info etc de segunda-feira.

Muito fraquinho este filme novo do Super-Homem. Até minha filha caçula achou que tinha drama demais e ação de menos. Deu sono. Os heróis da Marvel deram mais sorte que os da DC no cinema: a trilogia dos X-Men é soberba, e os filmes do Homem-Aranha me tornaram fã do herói, cujas histórias em quadrinhos nunca havia lido. Da DC, salvou-se o Batman do "Batman Begins", espetacular.

Quer se divertir mesmo no cinema? Vá ver "Os sem-floresta", desenho mais que animado. Eu ri sem parar.

12.7.06

Pus o ponto final, após um longo semestre, em meu próximo livro de tecnologia, que vai tratar de segurança da informação.

Acho que agora vou ter algum tempo para correr atrás da ficção.

6.7.06

Acabo de dar uma palestra sobre tecnologia e comportamento. Como eu sempre digo, em público prefiro tocar guitarra a falar, mas estou me acostumando a dar conferências, faz parte da profissão jornalística. Quando é alguma intervenção rápida, consigo falar de improviso com relativa tranqüilidade. Mas neste caso me pediram 45 minutos. Então preparei um texto, slides e ensaiei antes, para não falar correndo (falo sempre com muita velocidade no dia-a-dia). Deu tudo certo no fim. Ufa!

30.6.06

"Não devemos dizer que todo erro é algo tolo."

(Cícero)