Correndo atrás da divulgação do livro nas últimas semanas. Hoje saiu reportagem no caderno Info etc, do Globo, e foi postada uma entrevista em vídeo na parte de Tecnologia do Globo Online.
Espero todos no lançamento, que será sexta-feira na Letras e Expressões do Leblon, a partir das 19h. O convite pode ser visto aqui.
25.9.06
6.9.06

Atenção, moçada!
Vem aí meu novo livro, escrito em parceria com o super-expert em segurança da informação Alexandre Freire. Olha a capa aí em cima. Está quase saindo do prelo. Mas já tem site, inclusive com links para compras antecipadas. Fica aqui, e e está quase pronto, faltando alguns detalhes. O Alexandre construiu todo o site, com muito capricho.
O lançamento será dia 29 de setembro, na Letras e Expressões do Leblon. Boto o convite aqui quando chegar mais perto.



De volta de Berlim, Alemanha, onde fui cobrir um evento gigantesco de eletroeletrênicos, a IFA. Nas fotos, os poucos momentos de folga: primeiro, diante de um pedaço do Muro de Berlim; depois, no Memorial do Holocausto; e por fim em frente ao Portão de Brandenburgo.
A cidade é fantástica e respira História.
20.8.06
19.8.06
Esta semana foi o aniversário de minha querida Gloria Dettmar. A comemoração foi ontem na Casa da Mãe Joana, na Lapa (um lugar ótimo, que eu ainda não conhecia). Ao chegar lá, tive o grande prazer de rever Carmen Zamora, jornalista de mão cheia e uma das figuras mais legais que conheci na vida. Botamos os papos em dia e relembramos nossos tempos de Revisa Geográfica Universal, onde trabalhamos juntos. Bons tempos.
8.8.06
Há alguns dias tomei um chope delicioso com minhas três amigas Fátima, Babs e Elisinha. Fazia tempo que não conversávamos (a culpa é minha, ando de trabalho até a cabeça e, desde a morte de meu pai, tenho saído relativamente pouco). Começamos no "baixo Globo" e depois seguimos para a Lapa, onde ficamos até as duas e tanto da madruga.
3.8.06

Isto é que é um "amasso tecnológico". Maloca Mendes, figura lendária do jornalismo online carioca, recebe o abraço apertado da toda-toda Elis Monteiro (com todo o respeito), na noite boêmia do Odisséia, na Lapa, na última sexta-feira. Foi o niver da Simone Gondim, ao qual infelizmente não pude ir -- estava então começando a gripe que me abateu no último fim de semana, junto com a frente fria.
26.7.06
Da correspondência de Ruprecht von Wallenstein:
"Meu prezado,
Fazia muito tempo que eu não me apaixonava assim, meio que platonicamente. Não de todo; não posso mentir. Mas é aquela qualidade de sentimento que não se quer abrir na mesa; este amor é como um ser delicado, para quem a luz do sol pode significar o fim. É um sentimento quase contemplativo, em que se é capaz de olhar a sua eleita por horas a fio, como se ela fosse um quadro pintado por um grande mestre -- um quadro móvel. E suspirar por aquela juventude, aquele frescor, aquela vida espalhada em sua volta displicentemente, sem a consciência de que os anos espreitam e o viço não durará. E vem junto com tanta afeição um desespero silencioso, um pedido secreto ao Espírito para que ela não envelheça, que seja sempre essa perfeição, que não perca sua presença, nem sua doçura. Estar vivo é estar prestes a se machucar. E eu não quero ver um traço de dor em seus braços, em seus olhos, não quero sentir o travo amargo sob as tiradas aparentemente espirituosas que só vicejam após a mágoa... É. Eu acho que vou ter de pintá-la, mesmo. Só a arte vence o pulsar impiedoso do relógio e o sadismo dos calendários... "
"Meu prezado,
Fazia muito tempo que eu não me apaixonava assim, meio que platonicamente. Não de todo; não posso mentir. Mas é aquela qualidade de sentimento que não se quer abrir na mesa; este amor é como um ser delicado, para quem a luz do sol pode significar o fim. É um sentimento quase contemplativo, em que se é capaz de olhar a sua eleita por horas a fio, como se ela fosse um quadro pintado por um grande mestre -- um quadro móvel. E suspirar por aquela juventude, aquele frescor, aquela vida espalhada em sua volta displicentemente, sem a consciência de que os anos espreitam e o viço não durará. E vem junto com tanta afeição um desespero silencioso, um pedido secreto ao Espírito para que ela não envelheça, que seja sempre essa perfeição, que não perca sua presença, nem sua doçura. Estar vivo é estar prestes a se machucar. E eu não quero ver um traço de dor em seus braços, em seus olhos, não quero sentir o travo amargo sob as tiradas aparentemente espirituosas que só vicejam após a mágoa... É. Eu acho que vou ter de pintá-la, mesmo. Só a arte vence o pulsar impiedoso do relógio e o sadismo dos calendários... "
21.7.06
Muito fraquinho este filme novo do Super-Homem. Até minha filha caçula achou que tinha drama demais e ação de menos. Deu sono. Os heróis da Marvel deram mais sorte que os da DC no cinema: a trilogia dos X-Men é soberba, e os filmes do Homem-Aranha me tornaram fã do herói, cujas histórias em quadrinhos nunca havia lido. Da DC, salvou-se o Batman do "Batman Begins", espetacular.
Quer se divertir mesmo no cinema? Vá ver "Os sem-floresta", desenho mais que animado. Eu ri sem parar.
Quer se divertir mesmo no cinema? Vá ver "Os sem-floresta", desenho mais que animado. Eu ri sem parar.
12.7.06
6.7.06
Acabo de dar uma palestra sobre tecnologia e comportamento. Como eu sempre digo, em público prefiro tocar guitarra a falar, mas estou me acostumando a dar conferências, faz parte da profissão jornalística. Quando é alguma intervenção rápida, consigo falar de improviso com relativa tranqüilidade. Mas neste caso me pediram 45 minutos. Então preparei um texto, slides e ensaiei antes, para não falar correndo (falo sempre com muita velocidade no dia-a-dia). Deu tudo certo no fim. Ufa!
28.6.06
É, vamos encarar a França sábado. Sei não... estava torcendo pela Espanha. Vamos ver como fica. Se por um lado é uma chance de vingar o vexame de 98, por outro dá medo.
* * *
Mudando de assunto: aquele comercial no canal Sony em que uma banda de rock é levada à força pra Alemanha, numa promoção pra lá de mala, é hilário. O slogan "Sony, o canal sem o Mundial", com uma bola redonda virando o símbolo quadrado da rede, é justamente o que a gente precisava para relaxar um pouco dessa overdose de bola.
E o pior é que depois virá a overdose de eleição.
* * *
Mudando de assunto: aquele comercial no canal Sony em que uma banda de rock é levada à força pra Alemanha, numa promoção pra lá de mala, é hilário. O slogan "Sony, o canal sem o Mundial", com uma bola redonda virando o símbolo quadrado da rede, é justamente o que a gente precisava para relaxar um pouco dessa overdose de bola.
E o pior é que depois virá a overdose de eleição.
24.6.06
23.6.06
De volta do iSummit, em Copa. É o evento maior dos Creative Commons. Estava todo mundo lá: Larry Lessig, Joi Ito, Ronaldo Lemos da FGV e até o John Perry Barlow, autor da Declaração dos Direitos do Ciberespaço. É um evento onde se debatem idéias, em vez de produtos. O tipo de evento de que gosto.
Na segunda, na minha coluna no Info Etc, conto mais.
Na segunda, na minha coluna no Info Etc, conto mais.
20.6.06
Minha turma na Escola de Comunicação (Eco) da UFRJ era seis meses mais velha que a turma do Bussunda, onde também estudaram algumas figuras célebres do jornalismo carioca, como o Serginho França e o Arnaldo Bloch. Demos o trote na turma deles naquele agosto de 1981, e vivemos junto com eles alguns anos inesquecíveis. Naquela época o vestibular era unificado, uma massificação total, e entrar na faculdade era se libertar de um ensino sufocante, socado em nossas cabeças.
A Eco em 1981 foi o encontro de muitas cabeças ligadas não só em jornalismo como em literatura, música, teatro, cinema, filosofia... Foi uma das melhores épocas de minha vida. E o Bussunda já era aquele gozador que anos mais tarde veríamos na televisão, o jeitão tranqüilo, um resumo do carioca way of life.
Nos encontramos há poucos meses, num churrasco que reuniu três turmas da Eco na Barra. Ele não mudara uma vírgula.
Liguei a TV no domingo na hora em que davam a notícia de sua morte. Puxa vida. Fiquei paralisado.
Meu caro, aquele abraço. O Rio realmente não erá o mesmo sem você. Se existir reencarnação, que venha gerar mais risos aqui embaixo, por pelo menos uns cem anos.
A Eco em 1981 foi o encontro de muitas cabeças ligadas não só em jornalismo como em literatura, música, teatro, cinema, filosofia... Foi uma das melhores épocas de minha vida. E o Bussunda já era aquele gozador que anos mais tarde veríamos na televisão, o jeitão tranqüilo, um resumo do carioca way of life.
Nos encontramos há poucos meses, num churrasco que reuniu três turmas da Eco na Barra. Ele não mudara uma vírgula.
Liguei a TV no domingo na hora em que davam a notícia de sua morte. Puxa vida. Fiquei paralisado.
Meu caro, aquele abraço. O Rio realmente não erá o mesmo sem você. Se existir reencarnação, que venha gerar mais risos aqui embaixo, por pelo menos uns cem anos.
15.6.06

Vegetação à beira-mar? Ilha perdida no oceano? Nada disso: um igapó (floresta amazônica inundada) em pleno Rio Negro. As margens distam mais de 12 quilômetros uma da outra. Cabe quase uma ponte Rio-Niterói ali. E é só o Rio Negro, um dos muitos afluentes do Amazonas. Em certos trechos do Amazonas, nem se vêem as margens... Foto de Henrique Martin.
